Eu serei sempre a bruxa má no teu conto-de-fadas. A pessoa malévola que te destrói os planos que julgas perfeitos.
Gostava que soubesses, que compreendesses que por vezes o coração também se cansa, cansa-se de fazer de mãe, de amparar os teus devaneios e servir de encosto quando tudo se desmonta e ficas com peças soltas entre os dedos. E eu mais uma vez pego nelas, uma por uma, e mostro-te o que fazer, como as juntar, com toda a mente e coração. E tu nunca agradeces, nunca me abraças, nunca voltas a olhar para mim até a próxima queda...
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